Não se dão conta que o Espiritismo nada tem a agradecer-lhes porque eles sim é que devem ser gratos à doutrina que os orienta, permite que aprendam com o trabalho em favor do próximo e dá-lhes a possibilidade de aprender a viver sem angústias e sem revoltas. Como diz Scheilla na sua mensagem CULTURA DE GRAÇA, psicografada por Chico Xavier.

Sugerimos às pessoas que prestem muita atenção ao que acontece na Casa Espírita que freqüentam. Os dirigentes e os raros colaboradores verdadeiros são também pessoas que lutam, que têm família para sustentar, que estudam à noite para melhorar, que adoecem, que se decepcionam e que têm todas as fraquezas que caracterizam o ser humano de um planeta imperfeito como o nosso. Mas estão sempre presentes em seus postos, independentemente de frio ou chuva e do número de participantes na reunião.

Não espere ser chamado, cobrado, advertido. Dê antes a sua colaboração, a sua disciplina, a pontualidade e a assiduidade para suavizar o fardo de quem carrega nas costas o seu Centro Espírita.

 

Fonte: Revista Internacional de Espiritismo. Ano LXXVIII – nº 11 – Dezembro 2003.