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O depoimento desse
professor é um dos mais belos a respeito do caridoso médico: "Encontrei-o dedicando-se
ao hospital por ele mesmo escolhido. Acrescente-se a isso um tesouro de
conhecimentos reais em todos os ramos da Ciência, tais como dificilmente acumula
um sábio, uma bondade imensa de coração que se revela em todo o seu ser, em suas
palavras e ações, e uma força maravilhosa de sugestão sobre os enfermos."

No início de 1814, ele regressou para Iznang, sua terra natal, onde
permaneceria os seus últimos dias até falecer em 05/03/1815.
Assim foi Mesmer. Durante anos semeou a cura de enfermos doando de seu
próprio fluido vital em atitude digna daqueles que sacrificam-se por
amor ao seu trabalho e a seus irmãos.
Suas
teorias atravessaram décadas e seu exemplo figura luminoso entre os missionários
que sob o açoite das críticas descabidas e as agressões da calúnia, passam
incólume escudado pelo dever retamente desempenhado.
Seu nome
jamais se desligar do vocábulo "fluido" e sua vida valiosa pelos frutos que
gerou, jamais ser esquecida por aqueles cuja honestidade de propósitos for o
ornamento de seus espíritos.
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