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Era Meimei.
Olhou-me, cumprimentou-me e dirigiu-se até onde eu estava sentado. Sua roupagem
era de um tecido leve e transparente. Estava linda e donairosa! Levantei-me para
abraçá-la e senti o bater de seu coração espiritual.
Beijamo-nos
fraternalmente e ela acariciou o meu rosto e brincou com minhas orelhas, como
não podia deixar de ser. Ao elogiar sua beleza, a fragrância que emanava, a
elegância dos trajes, em sua tênue feminilidade, disse-me:
- "Ora, meu Meimei,
aqui também nos preocupamos com a apresentação pessoal! A ajuda aos nossos
semelhantes, o trabalho fraterno fazem-nos mais belos e, afinal de contas, eu
sou uma mulher! Preparei-me para você, seu moço! Não iria gostar de uma Meimei
feia!"
Fonte:
Mofra -
Texto de Arnaldo Rocha. Trecho do livro "Chico Xavier - Mandato de Amor". União
Espírita Mineira - Belo Horizonte, 1992.
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