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O
conhecido pioneiro espírita brasileiro Caírbar Schutel, também publicou
sua tradução, na edição de 15 de julho de 1929, da "Revista
Internacional de Espiritismo".
Nessa carta Conan Doyle manifesta a sua
profunda compreensão dos postulados da Terceira Revelação, e essa
confissão de fé espírita representa valioso documento da História do
espiritismo.

Arthur Conan Doyle era materialista-deísta. Após presenciar as sessões
realizadas com a mesa "pé-de-galo", e de ler "As Memórias do Juiz
Edmonds", a curiosidade tomou conta de seu espírito.
Embora um tanto cético, não deixava de ler todos os livros publicados
acerca dos problemas psíquicos.
A
sua conversão definitiva para o Espiritismo concretizou-se quando leu
a obra "A Personalidade Humana", de Frederich Myers.
Escreveu ele: "Enquanto considerei o Espiritismo como ilusão vulgar de
ignorantes, tratei-o com desprezo, mas quando o vi apoiado por sábios
como Crookes, o maior químico inglês, por Wallace, o rival de Darwin,
e por Flammarion, o mais conhecido dos astrônomos, não pude mais
desprezá-lo."
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