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Deolindo
Amorim privou da amizade de grandes vultos do Espiritismo no Brasil e no
exterior, como, por exemplo, Carlos Imbassahy, Leopoldo Machado, Herculano
Pires, Leôncio Correia e Humberto Mariotti.
Foi um dos
mais ardorosos defensores das obras codificadas por Allan Kardec e profundo
admirador de Léon Denis.

Levou o
Espiritismo ao meio universitário, proferindo bela conferência no Instituto
Pinel da Universidade do Brasil, focalizando o tema: "O Suicídio à luz do
Espiritismo".
Conseguiu
que se instalasse o Primeiro Congresso de Jornalistas e Escritores Espíritas.
Agia sempre
e invariavelmente de forma conciliadora e ponderada, não atacando ninguém,
expondo o Espiritismo sem deformações, extasiando a todos com sua didática
exemplar.
Embora
enfermo, bastante debilitado ante a enfermidade que o acometia, não interrompeu
totalmente, nos últimos meses, suas atividades de jornalista e de grande
conferencista.
Deolindo
Amorim foi um dos mais capazes e operosos servidores do Mestre Jesus.
Fonte:
Universo
Espírita
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