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Francisco
Antônio Bastos
Muito jovem
dedicou-se aos trabalhos altruísticos ao lado da grande missionária Anália
Franco, fazendo as escritas fiscais de mais de 70 obras assistenciais por ela
fundadas no Estado de São Paulo, abrangendo Escolas Maternais, Escolas
Elementares, Albergues Noturnos, Colônia Regeneradora, vinte e três lares para
crianças abandonadas e um Patronato Agrícola.

A
convivência de Anália Franco e Francisco Antônio Bastos no trabalho cristão e
espírita da assistência social era tão antigo que, no ano de 1906, apesar de
ambos terem mais de 50 anos de idade, resolveram casar-se, unindo assim os seus
esforços para que a obra não viesse a sofrer solução de continuidade.
No decurso
da I Guerra Mundial, profunda crise avassalou as instituições mantidas pelo
casal, devido aos cortes nas subvenções oficiais e outros auxílios recebidos da
população.
Essa situação de emergência fez com que o casal promovesse extensa
excursão artística pelas cidades do interior do Estado, levando a "Banda Musical
Feminina Regente Feijó", composta por suas educandas e por um Grupo
Dramático formado pelas participantes da "Colônia Regeneradora D. Romualdo".
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