Em 1941 é preso duas vezes. Indultado por Vargas, ganha a liberdade sob censura e a imprensa é proibida de anunciar o acontecimento.

Em 1946, torna-se sócio da editora Brasiliense, fundada três anos antes.

Em junho, muda-se para a Argentina e lá funda a Editorial Acteon. No ano seguinte volta ao Brasil e transforma Jeca Tatu em vítima do latifúndio.

Monteiro Lobato morreu na madrugada do dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos, em São Paulo, vitimado por um derrame.

 

 

Fonte: http://www.memoriaviva.digi.com.br/

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O Livro de Atas das Sessões Espíritas de Monteiro Lobato

 

Dispondo de recursos mediúnicos precários, de meios deficientíssimos de comunicação, limitando-se a diálogos telegráficos e muitas vezes frustrados, Lobato fez o contrário dos grandes cientistas que se afogaram sob avalanchas de provas sem compreendê-las.

Lembra Marjori (Maria José Sette Ribas, confidente amiga e revisora das obras de Monteiro Lobato, chamada por ele de Rainha da Revisão), que muitas pessoas conhecem Monteiro Lobato sob vários aspectos: o amigo leal e incomparável, o contista primoroso, o ardoroso e cáustico polemista, o patriota ferrenho e implacável; mas, sob o prisma espiritualista, pouquíssimas o conhecem e até algumas duvidam de sua conversão ao espiritismo.