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Cada vez mais atormentado por crises existenciais, em 1880 se convence
de que uma força inerente ao homem o permitia discernir entre o Bem e
o Mal, principio este que passaria a nortear sua vida.
Passa a recusar a autoridade de qualquer governo organizado e da
Igreja Ortodoxa russa, razão pela qual é comumente associado ao
anarquismo, apesar de manter-se cristão.

A
partir de então, dedica-se a uma vida de comunhão com a natureza:
deixa de beber e fumar, torna-se vegetariano e passa a vestir-se como
um camponês.
Convencido de que ninguém deveria depender do trabalho de outrem,
busca incessantemente a auto-suficiência, passando a limpar seus
próprios aposentos, lavrar o campo e produzir suas próprias roupas e
sapatos.
Passa a escrever panfletos e ensaios didáticos, traduzidos em diversas
línguas, que ganham adeptos em diversos países.
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