Como diretor e ensaiador do TECA (Teatro Experimental de Comédia de Araraquara) – grupo responsável pelo mais importante movimento teatral da história local, fundado em maio de 1955. Como o teatro municipal já estava bastante deteriorado, Wallace adotou o teatro de arena que tanto sucesso fazia na capital. Iniciou os trabalhos em 1955 e em 22 de julho já estava estreando.

Em três anos, encenaram mais de dez peças famosas, numa média de três espetáculos por ano, cada um com dez apresentações, sendo a estréia adquirida antecipadamente pelo Rotary Clube e pelo comércio local.

Apresentou diversos trabalhos, tais como: "O Caso da Petúnias Esmagadas" (T. Williams); "A Mão do Macaco" (W. Jacobs); "O Protocolo" (Machado de Assis); "Os Dois Faladores" (Cervantes); "O Homem da Flor na Boca" (L. Pirandello), entre outros, bem como revelou grandes atores, tais como Julião Abrahão, Sebastião Campos, Mario Barra, Oscar Rodrigues e outros.

O TECA viajou por toda região, por várias cidades do interior paulista e esteve em Porto Alegre (RS). Tanto fez, que simplesmente atraiu o ministro da Educação Paschoal Carlos Magno, para assistir uma apresentação aqui em Araraquara.

E ele, não só gostou do que viu, como convidou o TECA para se apresentar no Rio de Janeiro. A curta temporada de dez dias, ocorrida no final de agosto e início de setembro de 1957, foi patrocinada pelo Ministério da Cultura e teve como palco o teatro de arena do Hotel Glória.

Fez tanto sucesso que o grupo mereceu três páginas na importante Revista Cruzeiro, sendo notícia no Rio durante toda aquela semana. Voltando do Rio, Wallace continuou suas atividades viajando com o TECA, mas resolveu partir para o cinema de maneira profissional. O TECA continuou fazendo sucesso na cidade e região, até o encerramento das atividades quatro anos depois.

Acompanhou e colaborou com a primeira escola de ballet da cidade "Escola de Ballet Mímica de Araraquara", desde sua fundação maquilando, e apoiando nos figurinos e cenários das apresentações por longos tempos.