Transcomunicação Instrumental

Antonio Dias Ferreira - Nim

 

A Transcomunicação Instrumental, ou seja, os contatos com os espíritos através de aparelhos eletrônicos, não é coisa nova. Há 100 anos já vem sendo pesquisada.

Segundo os historiadores, Thomas Edson teria sido o primeiro a cogitar da possibilidade de contatar os mortos, quando disse que, se ele conseguisse criar um aparelho sutil, o suficiente para que pudesse ser manipulado pelos que já partiram, o intercâmbio ocorreria.

Ele não criou o aparelho mas, talvez tenha influenciado o brasileiro, também inventor, o padre Dr. Landell de Moura que, segundo alguns historiadores foi o primeiro fabricante do instrumento da TCI (Transcomunicação Instrumental).

Aqui no Brasil, após a publicação do livro “Telefone para o Além” do sueco Friedrich Jürgenson, no início dos anos 70, surgiram alguns experimentadores, dentre eles, a renomada escritora Hilda Hilst, o húngaro Magyari e o carioca Mario Amaral Machado.

Em 1.988, um grupo formado por Dr. Hernani Guimarães Andrade, Professora Suzuko sua secretária, Sônia Rinaldi e Fernando Machado iniciaram experimentos de TCI dentro do IBPP ( Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas), em São Paulo.

Em 1.990 foi oficializado a ANT – Associação Nacional de Transcomunicadores, com os seguintes objetivos:

  • Levar o consolo àqueles que perderam alguém muito querido, por poder ouvi-lo;

  • Orientar os interessados em iniciar seus próprios experimentos;

  • Trabalhar dentro de rigor científico para levantar evidências da veracidade da sobrevivência após a morte física.

A ANT, hoje com aproximamente 1.700 associados em todo o Brasil.