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Editorial
Outrora
combatido, perseguido, vilipendiado, seguiu a Doutrina Espírita sua jornada de
esclarecimento e iluminação de consciências, indiferente aos obstáculos da
jornada e das armadilhas dos inimigos, seus opositores.
Hoje,
contudo, a situação é outra.
A Doutrina
Espírita sem fazer proselitismo, sem atacar ou ferir a quem quer que seja, com
humildade e paciência seguiu amparando a todos os necessitados do corpo e do
espírito...
Antes
perseguido e humilhado. Hoje aceito naturalmente; sendo mesmo divulgado pelos
meios de comunicação de massa, de forma clara e atraente.
Não é
motivo de espanto, nos dias de hoje, ver a nossa querida Doutrina Espírita,
ocupando seu espaço na mídia, de igual para igual com outra filosofias,
religiões e ditadores de normas.
Interessante é que, antigamente afastada, hoje é procurada por produtores que
investem muito dinheiro em histórias, tendo como argumento seus princípios
básicos. Hollywood tem se curvado a esse filão precioso e colocado nas telas do
mundo essas estórias.
Cresce o
número de emissoras de rádio abrindo espaço para programas doutrinários; as
televisões do Brasil, por sua vez, também têm vinculado programas especiais e
abrindo espaço para que os espíritas divulguem sua Doutrina.
Jornais e
revistas que publicam artigos, mensagens, fatos e aspectos doutrinários,
multiplicam-se constantemente...
Esse fato
nos mostra o anseio do povo pelo espiritual; sua carência de mensagens de vida
que transcendam a vida.
E, tudo
isso começou com o lançamento de “O Livro dos Espíritos”, em 18 de abril de 1857
por Allan Kardec, missionário de Deus.
O Idealista
não poderia ficar indiferente à essa magna data, pelo fato de a Humanidade ter
recebido a dádiva da Luz que dissiparia a treva para todo o sempre. |