Editorial

 

Temos a convicção que “O Idealista” hoje se soma com as demais revistas e jornais espíritas que desenvolvem um importante trabalho na área da comunicação, divulgando esta doutrina que consola e esclarece no sentido de alcançar-se evolução tão sonhada e almejada por todos; situação sine-qua-non para a transformação planetária, elevando a Terra para um patamar superior.

Sabemos que a tarefa na Seara Divina é grande e complexa. Mas, embora o número de trabalhadores ainda seja pequeno, unido com outros obreiros do ideal cristão, temos a certeza de que estamos multiplicando os esforços para que o nosso planeta venha a se constituir no Reino de Deus prometido.

O trabalho está sendo feito aos poucos pelos obreiros da boa vontade. Sabemo-lo árduo, cheia de dificuldades próprias de um trabalho de transformação. Aos adeptos da Doutrina Espírita cabe a tarefa da semeadura e do cultivo, mas antes, como bons servidores, necessários se fazem, seja sulcado o terreno ardil da indiferença para, então, colocarmos as sementes da esperança e da paz.

Temos a certeza de que a luta maior será vencer o preconceito que anda campeando a solta pela nossa doutrina, fazendo através do orgulho e da soberba, um elitismo pernicioso de discriminação dentro da doutrina da fraternidade. 

E, é importante que tenhamos sempre em mente as palavras de Allan Kardec: “Na Terra, o passado e o futuro são os dois braços de uma alavanca que tem no presente o seu ponto de apoio. Enquanto a rotina e os preconceitos dominam, o passado está no apogeu. Quando a luz se faz, a alavanca se move e o passado que já escurecia desaparece, para dar lugar ao futuro que alvorece”.

Neste ano que se comemora o bicentenário do nascimento de Allan Kardec, os Centros Espíritas precisam iniciar uma campanha de divulgação e estudo metódico, em massa, das obras básicas da Doutrina Espírita, para juntos, reformarmos essa magnífica escola que é o nosso planeta Terra.