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Chico
Xavier, o Apóstolo do século XX
O livro “O
Apóstolo do Século XX” de Weimar Muniz de Oliveira, Vice-Presidente da ABRAME
(Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas), em que trata-se de pesquisa
com base em mais de cinqüenta obras biográficas sobre o médium Francisco Cândido
Xavier. Escrito em estilo agradável, simples, escorreito e elegante, dele
extraímos o seguinte trecho:
Amor
pela Multidão
A exemplo
de Jesus que amava a multidão, Chico demonstrava uma especial atração pelo povo,
com o qual sempre se preocupou ao longo de sua atividade missionária.
Sobre o
assunto, veja-se adiante, a resposta dada por Márcia Baccelli à pergunta que lhe
fora formulada por Waldemir Aparecido Cuim, em entrevista concedida do Diário de
Votuporanga.
- Márcia,
junto ao Chico, qual foi o fato ou acontecimento que você presenciou e que se
transformou num grande aprendizado?
- Certa
vez, ele nos disse que a passagem que achava mais bonita no Evangelho é quando
Jesus afirmava que tinha compaixão da multidão e que ele ainda mantinha esse
contacto com o público, porque, ele também, tinha compaixão da multidão. Nós
acreditamos que este foi um dos ensinamentos mais bonitos, porque ele poderia,
realmente, ficar recluso na sua residência recebendo através da psicografia os
seus livros, no entanto, ele saía e permitia que através do trabalho
desenvolvido no “Grupo Espírita da Prece” possam ter outras pessoas o contato
com ele, a fim de que mediante o próprio exemplo cada um procure seguí-lo e se
encontre diante da própria vida.
Naturalmente que não se pretende um paralelismo entre Jesus Cristo e Francisco
Cândido Xavier. O próprio médium não admitiria a comparação e a consideraria uma
tolice, uma paródia e mau gosto. O próprio já houvera, repetido inúmeras vezes,
que nada representava, considerando-se um cabide onde se dependuram as páginas
luminosas do Consolador, ou uma parede onde se pregam as homenagens à Doutrina
dos Espíritos.
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