Editorial

 

Sempre que nos dispomos a realizar uma tarefa, ou construir algo, logo pensamos em uma coisa grandiosa, que agrade a todos e cause admiração. No entanto, nos esquecemos que a vida em si é constituída de pequenas ações.

Paulo de Tarso, o Apóstolo dos Gentios, em 1 Corintos, 15:37 nos adverte:

“E, quando semeais, não semeais o corpo que há de nascer, mas o simples grão de trigo ou de outra qualquer semente”.

O Idealista nasceu de um desejo despretensioso de cooperar na divulgação da Doutrina Espírita. Sabemos da sua importância e do papel que desempenhará no futuro da humanidade, e quisemos oferecer oportunidade para todos conhecerem os seus conceitos, de saberem um pouco mais da nossa eternidade como espíritos que somos e, como podemos nos comunicar com os nossos entes queridos que habitam o plano espiritual.

De forma simples e humilde procuramos levar a mensagem espírita para os nossos irmãos que ainda não a conhecia.

A seara que temos diante de nós é grande e precisa de muitos esforços para que possamos arrotear o seu terreno e, lançarmos as sementes da esperança e do amor.

O número de trabalhadores é pequeno ainda, como no tempo de Jesus, mas todos estão empenhados em ampliar este trabalho, por isso gostaríamos de propor aos amigos e irmãos para reforçarmos a semeadura.

Unidos conseguiremos cuidar melhor da lavoura do bem afim de sanarmos as dificuldades presentes e transformar o planeta, em futuro não muito distante, em morada de espíritos regenerados.

O poeta e compositor Almir Sater diz em um de seus poemas:

“Ando devagar porque já tive pressa. / Levo esse sorriso porque já chorei demais./ Cada um de nós compõe a sua historia, / Cada ser em si carrega o dom de ser capaz / Se ser feliz”.