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Responsabilidade do Dirigente
Joaquim
Soares (Juca)
Ao
apresentar o palestrante, é necessário informar ao público quem é o companheiro
que aí se encontra, de onde veio, de que sociedade ele participa e qual a
atividade que ele desenvolve, para que todos o conheçam
Muitos
companheiros assumem a diretoria e até a presidência de Centros Espíritas sem
atinar com a responsabilidade inerente aos cargos para os quais foram eleitos.
Começando
pelo Estatuto Social da casa, que poucos conhecem e nem se preocupam em
conhecer, tomam posse sem saber ao certo quais as funções e as obrigações em que
estão sendo investidos nesse momento.
É preciso
conhecer, também, as implicações legais junto aos órgãos públicos:
O
Registro e Licença para Funcionamento, obtidos junto à Prefeitura, a
autorização para colocação de placas, o Imposto de Renda, a RAIS – Relação
Anual de Informação Social, o Código de Edificação do Município – altura do
teto do salão de reuniões públicas, rampa, saída de emergência, etc., e as
normas de segurança (Corpo de Bombeiros: extintores, lâmpadas de emergência e
outros).
Não menos
importante, também, é o aspecto doutrinário, cujo domínio contribui para que
seja mantida a pureza da doutrina tal como foi deixada pelo mestre Kardec.
Muitas
casas espíritas esquecem desta preocupação, e trazem para suas atividades
doutrinárias toda novidade que aparece, tais como: cromoterapia, fitoterapia,
T.V.P. – Terapia de Vidas ou Vivências Passadas, ginástica respiratória,
uniformes, etc., que nada têm com a Doutrina Espírita, confundindo e
desvirtuando os objetivos maiores do Espiritismo, que é esclarecer e iluminar as
criaturas.
Outro
detalhe que observamos é o relativo ao convite a oradores de outros centros para
proferir palestra.
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