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Editorial
Temos a
preocupação constante de levar a você, amigo leitor, os conhecimentos da
Doutrina Espírita nos seus três aspectos: científicos, filosóficos e morais, que
de forma harmoniosa constituem o tripé que a sustenta, porque temos a certeza de
que, na ausência dessa compreensão, a humanidade poderá se romper, mas, ao
contrário, em reconhecendo esses valores que caminham de forma paralela, mas em
perfeita harmonia e simbiose uns com os outros, no trabalho edificante em prol
da transformação planetária, a Terra estará com novo patamar evolutivo.
Essa
certeza está alicerçada no fato de o Espiritismo ser a mais consoladora das
revelações, por libertar corações e cativar as mentes de quantos o conheçam e o
estudam.
E ao
fazê-lo, vamos percebendo que o nosso crescimento como espírito não estão nas
conquistas terrenas, e sim, nos valores que amealhamos no campo da moral, nas
virtudes do coração e no bom senso das nossas ações.
Na
atualidade é geral o clamor, o sofrimento e a luta porque as dificuldades são
tantas. E nós, enfraquecidos pelos embates da própria vida, só temos a murmurar:
E onde encontrar o remédio? Temo-lo procurados nas esferas de nossos
conhecimentos filosóficos e políticos, mas vacilamos no resultado dessas
idéias...
O Espírita
não pode vacilar, porque tem nos conhecimentos hauridos do Evangelho do Mestre a
causa das nossas dificuldades, dores e sofrimentos de hoje, como herança do
ontem e, sabe que é o obreiro de suas venturas ou desventuras. Assim sendo,
cabe-lhe trabalhar o seu hoje para a felicidade do amanhã.
A cada um
segundo suas obras, disse o Divino Modelo.
Jesus
disse-nos: “brilhe a vossa luz”. Não é necessário sermos apessoados ou nos
revestirmos de jóias para refletir o brilho à luz do sol.
Nossa meta
primordial é devassarmos os horizontes espirituais da vida e, a Doutrina
Espírita nos oferece condições para essa realização de capital importância. Esse
é o brilho que o Cristo nos aconselhou que conquistássemos.
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