Editorial

 

Repercutem, com grande intensidade, os ecos e júbilos das comemorações do bicentenário de nascimento do Codificador do Espiritismo, Allan Kardec. Nada mais justo e oportuno, pois que a monumental obra da Codificação Espírita – à disposição da humanidade a partir de 1857 -, extrapola os limites do movimento espírita e alcança espaços antes difíceis de serem conseguidos.

A própria mídia tem dado atenção especial, com respeito, a idéias espíritas. A televisão, em novelas, reportagens especiais e mesmo notícias, tem abordado o tema espírita com mais seriedade; diversos jornais deram destaque ao bicentenário; revistas de circulação nacional exploram – inclusive com tema de capa -, a Doutrina e seus ensinos e, se não bastasse, fatos naturais provocados pela mediunidade séria e responsável têm igualmente chamado a atenção do grande público.

É o caso, apenas para criar dois exemplos, da prece psicofônica ocorrida na Câmara dos Deputados durante Sessão Solene especial em homenagem ao Codificador e as reportagens veiculadas por redes de TV sobre mensagens psicografadas que serviram de provas em tribunais e inocentaram réus.

E, se além do movimento espírita, os chamam a atenção para a realidade da imortalidade, da comunicabilidade dos espíritos e mesmo da reencarnação, internamente há intensa movimentação para divulgar, estudar e valorizar a obra de Kardec.

É que realmente a mensagem espírita é expressiva, consoladora, autêntica e imensa lua a clarear os caminhos humanos. Nada mais natural, portanto, que desperte tanta atenção e ao mesmo tempo ofereça tão grande motivação entre nós, os adeptos da Doutrina Consoladora da Terceira Revelação.

Eis, pois, inadiável tarefa de todos nós: estarmos preparados, pelo estudo e pela vivência, para a coerência doutrinária de nossas ações.