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Editorial
Estamos
numa época de grande convulsão no planeta. Em toda a parte estão eclodindo
desgraças e intranqüilidades que nos deixam em estado de conflito emocional,
devido às mazelas e dificuldades deste mundo, que está vivendo uma fase de
modernidade não controlada.
Em toda à
parte acontecem crimes violentos, cenas dolorosas de destruição, maremotos,
terremotos, desabamento de prédios, seqüestros e roubos, que têm gerado tantos
sofrimentos a este povo sedento de paz e de serenidade.
No campo
psíquico, as psicoses, neuroses, depressões, síndromes de medo e outras,
jornadeiam livres nas trilhas de nossas desesperações e, a par dessas, o
sofrimento daqueles desencantados da vida, órfãos de esperança e ausente de
metas redentoras que anseiam por suicidarem, envoltos em grandes estágios de
perturbação e obsessão, descontrole e negativismo.
Esse mundo
denso, povoado por idéias maldosas e por vibrações pesadas, emanadas de almas
enfermiças, só poderá encontrar o antídoto para restabelecer a esperança e a
confiança em dias melhores, através da reformulação de consciências, evolução
das criaturas, da Evangelização dos povos e do trabalho no bem que farão o ponto
de equilíbrio para a reorganização mental da humanidade terrena.
Essa é a
meta de O Idealista, este nosso periódico que você, amigo leitor, está
compulsando neste momento. Sua função é levar a todos os corações aflitos e
intranqüilos os conhecimentos que a Doutrina Espírita proporciona, e que são
muito importantes para o direcionamento de nossas atitudes, gestos, ações e
pensamentos no rumo da felicidade sem limites.
E a luz dos
conhecimentos transcendentais nos levará a conquista da segurança e do bem
estar. Todo o nosso esforço no sentido de edificar a paz, em cada coração,
através do Espiritismo, se justifica tão e somente pela nossa comunhão com o
Mestre dos mestres – Jesus Cristo!
Contudo,
para sedimentarmos a esperança e a fé, no coração das criaturas, são necessários
que essas criaturas se livrem da dor, na medida em que se apliquem ao bem,
edifiquem o bem, espalhem o bem... |
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