A Casa Espírita

 

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim...”

Esta frase pode nos ajudar a fazer uma reflexão sobre o que realizamos em nossos Centros e Casas Espíritas nos últimos tempos, e assim, tirarmos conclusões em torno do aproveitamento de novo desempenho como dirigente e como trabalhadores da doutrina.

Para facilitar esse trabalho de avaliação, propomos: formular a nós mesmos, algumas perguntas e buscar respostas sobre o relacionamento com nossos irmãos, principalmente com aquelas pessoas que, movidas por necessidades de toda a espécie, nos procuraram ao longo do ano que passou.

Quantas pessoas vieram ao nosso Centro em busca de apoio e, a quantas delas demos a orientação que precisavam?

Quantas não voltaram, ou quantas voltaram e, o que estamos fazendo para que essas últimas continuem participando de nossa casa?

O que ganhamos (nós e elas), em termos de aprendizado no trabalho conjunto?

Fazendo uma rápida previsão, quantas dessas pessoas podem ser consideradas como potenciais trabalhadores para a Doutrina?

Poderíamos fazer centenas de perguntas sobre esse e outros temas, mas não teríamos espaço suficiente nesta edição do jornal. Por isso sugerimos ao nosso leitor, dirigente espírita ou não, que estimule debates sobre o assunto, entre os trabalhadores de cada Centro Espírita.

As respostas que nós mesmos podemos dar às simples perguntas acima, nos mostram o que podemos fazer para melhorar a nossa atuação e a atuação na comunidade da Casa Espírita onde trabalhamos.