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A paz de
Jesus não dependeria de exércitos, tirania, fanatismo religioso ou de tratados
internacionais. É uma paz que podemos construir, lentamente, edificando-a de
forma inexpugnável dentro do coração, através da prática do bem, do nosso
crescimento espiritual, da nossa busca constante da perfeição.
A perfeição
é infinita em sua essência, caso contrário, estaria limitando a Divindade
Absoluta. E isso é impossível. A cada estágio onde conseguimos avançar um pouco,
um novo se desdobra à nossa frente.
Também
lembramos que, a medida em que o espírito evolui, passa a viver em mundos
superiores. É a lei natural de atração! Essa tese, nós espíritas, a temos
reforçado, comprovada e defendida, tanto através de milhares de experiências
desenvolvidas por Allan Kardec e outros grandes cientistas, como através dos
mais variados casos que aparecem nos centro espíritas.
A
reencarnação não é um castigo, como muitos pensam; uma forma de punição imposta
por Deus, onde temos de pagar nossas dívidas, como se a Divindade Suprema fosse
um cobrador de impostos. Nós não devemos nada a Deus, devemos sempre a nós
mesmos.
A nossa paz
anterior só será conquistada quando repararmos os erros que cometemos contra
nossos semelhantes. Quando estivermos quites com nossa consciência. É a Lei de
Causa e Efeito em ação.
Vale a pena
ler as páginas intituladas “Mães más” de autor desconhecido, como também a
belíssima mensagem de Meimei intitulada: “Encontro no Lar”, e “Mãe o Anjo
Tutelar de Todos Nós” todas homenageando as Rainhas do Lar – As Mães, nossos
Anjos Protetores.
Nesta
edição oferecemos temas de muita importância para a evolução espiritual dos
homens, e conseqüentemente, para a aquisição de nossa serenidade plena.
Paz e Amor.
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