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Um
centro espírita onde todos os seus trabalhadores e freqüentadores saberão lidar
com as diferenças sem nenhum tipo de preconceito. Um Centro Espírita dinâmico,
atendendo as necessidades individuais e coletivas, sempre com visão de futuro,
onde todos têm oportunidade de progredir estudando e trabalhando. Um Centro
Espírita afetivo, acolhedor e realizador da doutrina.
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Geralmente cada casa espírita que nasce, provém de outra e geralmente por
divergência de opiniões. isto é uma evidência da falta da humanização? ou como
agir diante de graves divergências doutrinárias?
Divergências de opinião e de idéias são naturais entre os homens e não poderia
ser diferente entre nós espíritas. Somos individualidades com personalismo
diferenciado e o entendimento que cada um faz da doutrina e do centro espírita é
particular, de foro íntimo. O que deve acontecer é o esforço, humilde, de
colocar a causa acima do ponto de vista pessoal, mesmo porque os princípios
gerais do Espiritismo e seu finalismo estão bem claros e não há porque existirem
desentendimentos nessa área.
Quando
alguém ou um grupo conclui que pensa diferente dos dirigentes da casa espírita
em que se situa, nada os impede de procurar outro caminho organizando nova casa
espírita. Para que essa decisão não acarrete traumas e dissabores é que propomos
a humanização. Quanto a graves divergências doutrinárias, manter sempre o
diálogo e o estudo das obras básicas, pois o esclarecimento é a luz que dissipa
as trevas.
- Sua
mensagem final
Agradeço pela oportunidade de tecer algumas considerações sobre a humanização,
convidando os leitores a conhecerem a proposta através do site www.gepenet.hpg.ig.com.br.
Humanizar nossas relações com os outros é tarefa inadiável, pois a proposta
espírita é de moralização e espiritualização da humanidade, o que só pode ser
atingido se tivermos amor para conosco mesmo, para com nosso próximo e para com
Deus.
Entrevista
concedida ao O Idealista pelo orador, escritor e educador Marcus de Mário - RJ.
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