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Editorial
A
humanidade desde as épocas remotas tem buscado uma relação com o transcendental,
primeiramente representado pela Divindade; os Deuses que influenciaram, de uma
forma ou outra, o seu desenvolvimento.
Despertados, no início de sua jornada evolutiva, as criaturas, pelos enigmas da
própria vida, muito especialmente os apresentados pelo nascimento e pela morte;
sintetizados pela curiosidade do saber de onde viemos, e para onde vamos.
O
sentimento da existência de Deus deu início à jornada evolutiva do homem. De
conformidade com sua evolução, a criatura humana – espírito imortal
temporariamente encarnado, amplia e desenvolve a sua percepção e compreensão da
vida.
Do homem da
caverna, início de sua jornada, ao homem dos valores éticos espirituais, a
criatura humana, a custo e sofrimento, tem subido, degrau a degrau, à árdua e
difícil escada evolutiva, buscando o seu conhecimento espiritual que lhe
facilitará a chegada ao topo da escada onde está o farol do universo – o Reino
de Deus. Terá, então, a sua consciência plenamente espiritual desenvolvida.
E, com a
intenção de ajudar no despertar dessa consciência, O Idealista, desde seu
primeiro número tem procurado oferecer aos seus leitores, a cada nova edição,
temas e fatos importantes, bem como acontecimentos que venham a enriquecer os
seus conhecimentos à luz esclarecedora do Espiritismo.
Claro é
que, não nos move a pretensão de converter ninguém e, muito menos, fazer
proselitismo, mas, sim, de chegarmos aos corações ansiosos por novas revelações
que ajudem no despertar de uma nova consciência mais pacificada.
Neste
número estaremos fazendo uma pálida análise, do triste quadro que a vida nos
mostrou, o da tragédia ocorrida no sul da Ásia, mais precisamente no Paquistão,
cuja cidade mais atingida pelo violento terremoto é Caxemira onde mais de trinta
mil criaturas retornaram ao plano espiritual motivados pelo abalo sísmico, num
dos maiores desencarnes coletivos que tivemos notícias, nos últimos anos. |
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