Editorial

 

Mães !

Wellington Rocha Balbo

 

O discípulo veio até o mestre e perguntou:

- Como faço para alcançar o paraíso vivendo neste mundo de incompreensão, ingratidão e egoísmo?

O mestre com extrema meiguice no olhar e doçura na voz lhe respondeu:

- Ame a todos como sua mãe lhe amou!

O discípulo baixou a cabeça e pôs-se a meditar em tão séria afirmativa.

O amor de mãe é incondicional, nada cobra, nada impõe.

Perdoa disparates e ingratidão...

Colabora, auxilia, luta até o fim...

Constrói o paraíso do dever cumprido.

Enxuga lágrimas, restitui sorrisos, vibra com nossas vitórias, nos estimula nas dificuldades...

Amor de mãe, simples, puro, sereno, verdadeiro...

Mães que são pais, amigas, conselheiras, professoras...

Mães do mundo, da vida, mães de amor...

Como homenageá-las a rigor?

Pensei em flores, poemas, palavras, presentes...

Pensei em beijos, abraços, café da manhã na cama regado à gostoso bate papo.

Todas essas homenagens são importantes, gratificantes, porém, há uma especial que gostaria de destacar; certa vez escutei de uma das inúmeras mães que tive contato: