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E como
você tem sentido o retorno do público nessa semeadura?
Nesses
encontros a emoção é fortíssima, pois a reação das pessoas é de surpresa e
alegria. Crianças me procuram, pais e mães vêm demonstrar gratidão e alegria.
Percebo que muitos companheiros escritores espíritas vinham abrindo caminho para
esse tipo de trabalho, mas ainda há muito por fazer. Mas o resultado de tudo
isso é estampado nas faces infantis, alegria e amor.
Sobre a
literatura infantil espírita, havia uma crise ou ausência de material para
incentivo no setor?
Eu acredito
que na literatura infantil tudo o que se fizer ainda é pouco diante do muito a
ser feito. Tenho experimentado a alegria de ver grandes editoras despertando
para a necessidade de se dar qualidade ao livro infantil. Muitas editoras se
preocupam apenas com a literatura para adulto, mas felizmente isso vem mudando.
Qual a
melhor didática para transmitir os ensinos de Jesus e do Espiritismo para o
coração infantil?
Acredito
que a melhor maneira de se adequar a mensagem espírita cristã às crianças é
respeitar a criança. Sua inteligência, seu discernimento seu mundo. É preciso
dar qualidade a tudo que se faz para a criança; isso é decisivo para despertar o
interesse infantil. E mais do que nunca, os pais precisam ler para e com os
filhos.
Quais
seus planos para o futuro nessa área da literatura infantil e nas palestras de
incentivo a esse setor de trabalho?
Tenho
livros paradidáticos prontos, pretendo publicar também para o público infantil
não-espírita, mas sempre levando uma mensagem de valorização da vida. Quanto às
palestras, aguardo a abertura de mais espaços para divulgar o livro infantil,
pois sem o concurso da literatura infantil a educação perece.
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