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Entrevista
Admir Serrano

Em:
Fevereiro de 2008
Para:
Jornal Verdade
e Luz - Edição n°. 265
Nesta entrevista, Serrano revela como se tornou espírita, quando
iniciou as pesquisas que deram origem ao seu livro Morrer não é o fim
e as razões de sua ida para os Estados Unidos. Em Miami, Estado da
Flórida (EUA), onde reside, Serrano é profissional da área de
gerenciamento de mercado. No centro espírita no qual colabora,
ministra palestras em inglês, português e espanhol. Há anos dedica-se
a pesquisar e estudar as visões no leito de morte (VLMs) e as
experiências de quase-morte (EQMs). Quem é vivo, nunca desaparece -
Morrer não é o fim, de Admir Serrano é uma prova disso.
Quando
conheceu o Espiritismo?
Encontrei o
Espiritismo recentemente, no final de 2002. Antes de ingressar no Espiritismo,
seguia a filosofia espiritualista, a Ciência da Mente, durante cinco anos, onde
conscientizei-me profundamente da Lei de Causa e Efeito, um dos pilares dessa
filosofia e do papel da mente na criação de nosso destino, o que igualmente
aprendemos no Espiritismo.
Em maio de
2002, comecei a ter experiências fora do corpo, desdobramentos durante os quais
visitava colônias espirituais e ajudava recém-desencarnados. Nessa época fui
buscar maiores conhecimentos no Espiritismo. Antes de ingressar no Espiritismo
já havia estudado o passe magnético, a reencarnação, o desdobramento espiritual,
as visões no leito de morte, as experiências de quase-morte, hipnose, hinduismo,
budismo, Sócrates, Platão, física quântica básica, a teoria do universo
holográfico do físico David Bhom, que postula a existência de um mundo implícito
- extra-físico ou espiritual - de onde tudo se origina, e o explicito, o mundo
das manifestações físicas, a teoria das supercordas e anti-matéria, já havia
estado em colonias espirituais etc...
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