Quais são suas expectativas em relação ao seu livro?

Espero que as pessoas que não são espíritas possam encontrar no meu livro conforto emocional e espiritual para enfrentar a inevitabilidade da morte física e descobrir sua imortalidade. Quanto aos espíritas, que já conhecem essa realidade, gostaria de motivá-los a viverem exemplarmente cada uma de suas existências, não apenas para tornar suas vidas menos penosas, mas também para iluminar o caminho daqueles que ainda não encontraram a luz.


Por que, em sua opinião, o movimento espírita nos Estados Unidos é limitado aos sul-americanos?

Primeiro porque são os imigrantes sul-americanos que estão trazendo e introduzindo o Espiritismo na América. O Espiritismo é desconhecido aqui. Para os norte-americanos, a religião que mais se aproxima ao Espiritismo é o Espiritualismo, estabelecido com o advento dos fenômenos de Hydesville, assim como o foi o Espiritismo.

Mas, aos poucos, à medida que os sul-americanos se integram à comunidade nativa, que fazem amigos norte-americanos, casam-se e tem filhos, estes deverão seguir o Espiritismo em maior número, como já vem ocorrendo, embora timidamente.