|
O que o
dirige na escolha da seqüência das músicas apresentadas perante diferentes
públicos?
Normalmente, de acordo com o tema, já tenho uma seqüência mais ou menos
elaborada mentalmente. Todavia, a necessidade do ambiente e a intuição dos
espíritos muitas vezes me fazem mudar palavras e músicas, alterando totalmente o
roteiro.
Fale-nos
de sua experiência musical.
Minha mãe,
que é católica, dizia que, antes de me trazer ao mundo, pediu a Santa Cecília um
filho músico. E, interessante, já nasci músico: uso o violão desde os oito anos
e componho desde os doze anos de idade.
Sempre me
apresentei em festas informais e participei de um conjunto profissional até que,
em 1978, comecei minha carreira solo, cantando em clubes e festas. Em 1986,
gravei meu primeiro disco e participei de diversos programas de TV – os
conhecidos na época e os atuais: Festa Baile, Viola Minha Viola, Clarisse
Amaral, Almoço com as Estrelas, Mulheres, Som Brasil. Em 2000, gravei meu
primeiro CD.
Apresentei-me também em Roma, na Itália, em algumas pequenas casas. Hoje, faço
apresentações em alguns clubes de São Paulo, em festas, em feiras e exposições.
Também dirijo e apresento um programa na TV a cabo em Mogi das Cruzes e realizo
palestras de auto-ajuda com música, também em empresas.
Suas
palavras finais.
Gostaria
muito de agradecer a oportunidade e dizer que, além de todo o benefício que a
música me traz, ela ainda me proporciona a conquista de grandes amizades, fator
de muita felicidade pessoal para mim.
Concluo com
as palavras de Léon Denis, na obra O Espiritismo na Arte: “O pensamento de Deus
é a fonte das altas e sãs inspirações. Se nossos artistas soubessem beber nessa
fonte, nela encontrariam o segredo das obras imperecíveis e as maiores
felicidades”. É assim que eu me sinto. Muita paz!
Fonte:
O Consolador - Revista
Semanal de Divulgação Espírita
|